A “selfie” tirada em 1920

Cinco fotógrafos posam juntos para uma fotografia estilo “selfie” (autorretrato) no telhado do Marceau’s Studio, em Nova York, no ano de 1920. Joseph Byron segura um lado da câmera com a mão direita ao mesmo tempo que Ben Falk segura o outro lado com a mão esquerda. Na esquerda, a vista lateral dos fotógrafos. Na direita, o resultado da “selfie”.

Selfie

Na cerimônia de premiação do Óscar em 2013, a selfie tirada por um grupo de atores se tornou um recorde no Twitter. Nos Estados Unidos, uma pesquisa sugeriu que quase metade de todos os adultos dos EUA tiraram selfies neste mesmo ano, causando um impacto cultural suficiente para que a “selfie” fosse coroada como a palavra do ano em 2013 do Oxford Dictionaries.

Foto: New York Museum, New York, 1920.
O mais belo suicídio, 1947

O mais belo suicídio, 1947

Repousando eternamente em cima da uma limusine amassada está Evelyn McHale, de 23 anos. A jovem havia acabado de pular do Empire State no dia 01 de maio de 1947.

Em cima de uma limusine amassada está Evelyn McHale, de 23 anos, que havia acabado de pular do Empire State no dia 01 de maio de 1947.

“O mais belo suicídio”, imagem de 1947. Repousando eternamente em cima de uma limusine amassada está Evelyn McHale, de 23 anos. A jovem havia acabado de pular do Empire State no dia 01 de maio de 1947.

O Mais Belo Suicídio (The Most Beautiful Suicide)

Imediatamente após o suicídio, um estudante de fotografia, Robert Wiles, capturou a extraordinária imagem que une tristeza e beleza. A foto era tão poética que ganhou a alcunha de “o mais belo suicídio” já registrado. Apesar desse registro eterno de Evelyn McHale, pouco se sabe sobre a história

Foto: “‘The Most Beautiful Suicide’: A Violent Death, an Immortal Photo | Robert C. Wiles / LIFE Magazine.

Topsy, a elefanta que foi eletrocutada em público

A imagem mostra o exato momento em que a elefanta de circo, Topsy, é eletrocutada diante de uma plateia de 1500 pessoas em Coney Island, Nova York, Estados Unidos, em 1903. Nascida 28 anos antes, a elefanta entrou para o circo “Forepaugh Circus“, onde sofria tratamentos degradantes por parte de seu domador.

Topsy

Cansada de receber pontas de cigarro acesas como alimento, Topsy matou o domador e mais 2 pessoas. A partir de então, o circo passou a buscar meios de se livrar do animal. A American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade Americana de Prevenção Contra Crueldade de Animais), negou o pedido de enforcamento da elefanta na época. Sem uma alternativa, Thomas Edison convenceu a associação para que deixasse que Topsy fizesse parte de um experimento para provar os perigos da corrente alternada.

Na época, Edison disputava com Nicola Tesla qual o tipo de corrente seria mais eficaz. O primeiro defendia a corrente contínua, já o segundo defendia a corrente alternada. Então, em 1903 finalmente as associações protetoras de animais de Coney Island decidiram que Edison fizesse o experimento com Topsy. Assim, diante de uma plateia de 1500 pessoas, o animal recebeu uma corrente de 6,600 volts, morrendo em menos de 1 minuto.

O experimento fez com que Thomas Edison ganhasse notoriedade e demonstrasse e difamasse a corrente alternada e os experimentos de Tesla. Destes experimentos cruéis veio a surgir o conceito de cadeira elétrica, usado posteriormente pelo sistema prisional americano para cumprir as penas de morte. Anos depois, Topsy ganhou um monumento em homenagem a sua dor.

Foto: Thomas Edison, 1903.

The Falling Man (O Homem Caído)

A foto intitulada foto The Falling Man (O Homem Caído) mostra um homem, cuja identidade permanece desconhecida, caindo de cabeça depois de saltar da torre norte do World Trade Center após o prédio ter sido atacado na manhã do dia 11 setembro de 2001.

A icônica foto The Falling Man (O Homem Caído)

Na imagem, o homem em sua queda livre “divide” perfeitamente as torres do World Trade Center, se lançando ao solo como uma flecha. A identidade do homem permanece desconhecida, mas acredita-se que ele ter sido um empregado do restaurante “Windows on the World”, situado no topo da torre norte. O verdadeiro “poder” do homem, contudo, diz respeito mais sobre quem ele se tornou: uma espécie de “Soldado Anônimo” improvisado em uma guerra muitas vezes incerta e desconhecida, que se tornou imortal por meio da história. A icônica fotografia inspirou um artigo da revista Esquire e um documentário em formato de curta-metragem.

Foto: Richard Drew. Associated Press Photo.